Hoje confirmamos que nosso bebê será um menino!!! Estamos felizes e animados.
A ultra mostrou um neném dorminhoco (não tinha mesmo como fugir disso...), quase 200 gramas de peso (gigaaaaante!) , com a mão na boca e as pernas arreganhadas. Parecia que ele estava jogadão no sofá vendo futebol... juro! Tem futuro ou não tem? Olhando de relance a gente poderia achar que ele abriria uma skol a qualquer momento!
Em breve confirmaremos o nome e postaremos fotos da pança no 5º mês.
quinta-feira, 26 de março de 2009
segunda-feira, 23 de março de 2009
Enxoval
Ausência...
Estamos sem dar notícias pois a vida anda corrida. Muito trabalho, cachorro doente, adaptações na vida e visitas maravilhosas das amigas Ana Alice e Alline em Sampa. Realmente não deu tempo para atualizar o blog!
Esta semana confirmaremos o sexo do bebê e atualizaremos a foto da barriga.
A partir de hoje vamos moderar os comentários no blog pois tem um (ou uma) idiota entrando para fazer comentários desagradáveis. Para evitar estresse vamos ler todos os comentários antes de liberar a publicação no blog.
Saudades de todos!
Flávia, Thiago, Eurico e neném
Esta semana confirmaremos o sexo do bebê e atualizaremos a foto da barriga.
A partir de hoje vamos moderar os comentários no blog pois tem um (ou uma) idiota entrando para fazer comentários desagradáveis. Para evitar estresse vamos ler todos os comentários antes de liberar a publicação no blog.
Saudades de todos!
Flávia, Thiago, Eurico e neném
quarta-feira, 11 de março de 2009
Viagem a trabalho
Ontem retornei da minha primeira viagem a trabalho na condição de gestante (para quem não sabe: viagens são proibidas no 1º trimestre pois é alto o risco de aborto). Descobri algumas coisinhas básicas sobre viajar:
1- Ritmo
Gravidez não impede de fazer nada, mas limita sim. Não dá para carregar peso (e vou fazer o que com a mala, o computador, a bolsa...?!). Não dá para correr de um compromisso para outro naquele frenesi habitual (a correria cansa o triplo). O corpo exige mais calma, mais equilíbrio. Não é uma coisa do tipo "ah... estou grávida e não posso fazer isso, isso, isso". Não. O meu corpo não aguenta o ritmo anterior. As pernas incham, o corpo fica cansado. Bom, pode ser também que o meu ritmo anterior estivesse errado mesmo... eu sou muito acelerada e faço 10 coisas ao mesmo tempo.
2- Ritmo, parte II
Durante a gravidez a mulher produz um hormônio específico para relaxar a região pélvica. Uma preparação para o parto. Sábia natureza. O único problema é que este mesmo hormônio afeta a coordenação motora da pobre mãe. Estou dirigindo com menos habilidade e esbarro em tudo pelo caminho. Atrapalha um pouco a rotina de viagem.
3- Roupas
O guarda-roupa está, digamos, limitado. O que torna a tarefa de arrumar mala um desafio. Não adianta comprar um monte de coisa que não vou usar depois. Quase nada do armário cabe mais em mim. Um dilema. É preciso mais planejamento para organizar a bagagem... Nesta viagem levei uma calça que usei até semana passada e, lá na cidade do curso, descobri que não fechava mais. Que tal? Dei o curso todinho com a calça aberta. Por sorte a parte de cima era uma bata compridinha e disfarçava. Ou não. Enfim, o charme e a elegância da gestante ficaram em segundo plano.
Ainda sobre o tema guarda-roupa, é preciso rever a opção de cores e modelos. Um exemplo: tenho um vestido roxo super bacana, estilo "verão total" (comprido, fresquinho, um charme). Usei muito antes de engravidar e, como é largo, arrisquei usá-lo na semana passada. Fiquei parecendo uma beringela. Não pode entrar na mala e ponto final.
4- Bate-papo
As conversas durante as viagens ficam mais restritas. De cada 10 pessoas que conversam com você, 8 (pelo menos!) vão falar de bebê o tempo todo. Ninguém pode ver uma pança de grávida. É um magnetismo, sei lá. Parece que o mundo parou. Não tem mais guerra, fome, corrupção, crise econômica, nada. Só existe cocô, cólica, amamentação, fraldas, noites insones, entre outras agruras da maternidade. Fiquei assustada, juro.
5- Vantagens
Em viagens o golpe da barriga ganha tooodas as preferências: filas, táxis, melhores assentos, tudo. Se alguém ficar emburrado ou dirigir aquele olhar de "quem é essa gorda que está furando fila?" não tem problema nenhum. Basta estufar a barriga, por a mãozinha no ventre, fazer pose de grávida e continuar furando com convicção. Funciona que é uma beleza.
Já estou me preparando para a próxima viagem.
1- Ritmo
Gravidez não impede de fazer nada, mas limita sim. Não dá para carregar peso (e vou fazer o que com a mala, o computador, a bolsa...?!). Não dá para correr de um compromisso para outro naquele frenesi habitual (a correria cansa o triplo). O corpo exige mais calma, mais equilíbrio. Não é uma coisa do tipo "ah... estou grávida e não posso fazer isso, isso, isso". Não. O meu corpo não aguenta o ritmo anterior. As pernas incham, o corpo fica cansado. Bom, pode ser também que o meu ritmo anterior estivesse errado mesmo... eu sou muito acelerada e faço 10 coisas ao mesmo tempo.
2- Ritmo, parte II
Durante a gravidez a mulher produz um hormônio específico para relaxar a região pélvica. Uma preparação para o parto. Sábia natureza. O único problema é que este mesmo hormônio afeta a coordenação motora da pobre mãe. Estou dirigindo com menos habilidade e esbarro em tudo pelo caminho. Atrapalha um pouco a rotina de viagem.
3- Roupas
O guarda-roupa está, digamos, limitado. O que torna a tarefa de arrumar mala um desafio. Não adianta comprar um monte de coisa que não vou usar depois. Quase nada do armário cabe mais em mim. Um dilema. É preciso mais planejamento para organizar a bagagem... Nesta viagem levei uma calça que usei até semana passada e, lá na cidade do curso, descobri que não fechava mais. Que tal? Dei o curso todinho com a calça aberta. Por sorte a parte de cima era uma bata compridinha e disfarçava. Ou não. Enfim, o charme e a elegância da gestante ficaram em segundo plano.
Ainda sobre o tema guarda-roupa, é preciso rever a opção de cores e modelos. Um exemplo: tenho um vestido roxo super bacana, estilo "verão total" (comprido, fresquinho, um charme). Usei muito antes de engravidar e, como é largo, arrisquei usá-lo na semana passada. Fiquei parecendo uma beringela. Não pode entrar na mala e ponto final.
4- Bate-papo
As conversas durante as viagens ficam mais restritas. De cada 10 pessoas que conversam com você, 8 (pelo menos!) vão falar de bebê o tempo todo. Ninguém pode ver uma pança de grávida. É um magnetismo, sei lá. Parece que o mundo parou. Não tem mais guerra, fome, corrupção, crise econômica, nada. Só existe cocô, cólica, amamentação, fraldas, noites insones, entre outras agruras da maternidade. Fiquei assustada, juro.
5- Vantagens
Em viagens o golpe da barriga ganha tooodas as preferências: filas, táxis, melhores assentos, tudo. Se alguém ficar emburrado ou dirigir aquele olhar de "quem é essa gorda que está furando fila?" não tem problema nenhum. Basta estufar a barriga, por a mãozinha no ventre, fazer pose de grávida e continuar furando com convicção. Funciona que é uma beleza.
Já estou me preparando para a próxima viagem.
terça-feira, 3 de março de 2009
Tirando onda...
Todas as estatísticas são desfavoráveis para as mães acima dos 35 anos. Aumentam os riscos de má formação e síndromes. Também não existe mais aquele metabolismo e disposição dos 20 anos... Mas eu, pessoa acima dos 35 anos (não importa quanto, ok?) tenho boas e animadoras notícias.
Dos 20 aos 30 anos a mulher está se descobrindo, construindo sua vida profissional. Um filho significa abrir mão de muita coisa. Mas depois de alguns anos, abrir mão de váááárias coisas é antes de tudo um alívio. As mulheres contemporâneas são responsáveis demais, estudam demais, realizam demais. Cansa. Então que venham os filhos mais tarde! hehehe...
A perda de algumas modalidades de diversão é relativa. A maioria das pessoas de mais de 35 anos não curte tanto dançar até amanhecer, por exemplo. Se fizer isso precisa descansar 1 dia inteiro depois. Então ter uma boa desculpa para não ir é também um alívio. Quer motivo melhor que um filhote?
Falta energia para correr atrás da criança? Mas sobra mais paciência e tolerância. Uma coisa compensa a outra, juro. Do contrário os avós não seriam tão importantes na criação dos pimpolhos, certo?
Mas o melhor de tudo, o melhor mesmo, eu vou contar agora: mulheres mais velhas tem menos estrias!!!!!!!!!!!!!!!!! É claro que isso se deve à perda do colágeno e à chegada sorrateira da flacidez. Mas não importa. Terei menos estrias! Terei menos estrias! Terei menos estrias!
Pô, finalmente uma notícia realmente relevante sobre a maternidade após os 35 anos!
Dos 20 aos 30 anos a mulher está se descobrindo, construindo sua vida profissional. Um filho significa abrir mão de muita coisa. Mas depois de alguns anos, abrir mão de váááárias coisas é antes de tudo um alívio. As mulheres contemporâneas são responsáveis demais, estudam demais, realizam demais. Cansa. Então que venham os filhos mais tarde! hehehe...
A perda de algumas modalidades de diversão é relativa. A maioria das pessoas de mais de 35 anos não curte tanto dançar até amanhecer, por exemplo. Se fizer isso precisa descansar 1 dia inteiro depois. Então ter uma boa desculpa para não ir é também um alívio. Quer motivo melhor que um filhote?
Falta energia para correr atrás da criança? Mas sobra mais paciência e tolerância. Uma coisa compensa a outra, juro. Do contrário os avós não seriam tão importantes na criação dos pimpolhos, certo?
Mas o melhor de tudo, o melhor mesmo, eu vou contar agora: mulheres mais velhas tem menos estrias!!!!!!!!!!!!!!!!! É claro que isso se deve à perda do colágeno e à chegada sorrateira da flacidez. Mas não importa. Terei menos estrias! Terei menos estrias! Terei menos estrias!
Pô, finalmente uma notícia realmente relevante sobre a maternidade após os 35 anos!
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